CASO VIRGILIO GONÇALVES




O amor é uma linha tênue em que passam emoções e sentimentos de toda a sorte. O ódio é contraponto dessa força de um mesmo segmento.

Virgilio era virtuoso, uma alma iluminada, mas, os traumas do passado provocados por sua mãe, somados à inércia social, precipitaram-no às drogas.

A obsessão maternal transformara sua vida em miséria.

O merecido desprezo que Lidia sentira fez com que ela perpetrasse suas perversidades que culminaram em um desfecho trágico.

O amor sempre vencerá o ódio.



DA CONSPIRAÇÃO POLICIAL CONTRA VG

A 21/10/2022, VIRGILIO GONÇALVES se apresentou ao CRATOD (CENTRO DE REFERÊNCIA DE ÁLCOOL, TABACO E OUTRAS DROGAS) — situado à Rua Prates, 165, Bom Retiro, São Paulo, SP, Brasil, 01121-000 —, a procura de tratamento de sua drogadição: o Estado do Rio de Janeiro não interna mais pacientes com este quadro clínico.

O psiquiatra, que o atendeu, indagara se ele tinha algum problema com a polícia. Virgilio não entendendo a razão da pergunta disse não.

Estranhamente, Virgilio foi o único a ser acolhido para a internação voluntária, dentre as pessoas que estavam lá, pelo mesmo motivo.

A QPF determinara que Virgilio fosse destinado a um lugar longínquo.

O CRATOD (CENTRO DE REFERÊNCIA DE ÁLCOOL, TABACO E OUTRAS DROGAS) acatou a "ordem" e, a 22/10/2022, o encaminhou ao hospício situado no município chamado Espírito Santo do Pinhal, Estado de São Paulo, de onde a vítima não poderia sair facilmente por si só.

Eu sempre falava ao Virgilio sobre essa conspiração e que ele era uma "persona non grata". Portanto, corria riscos.

Percebi que havia algo muito errado.

A ira da QPF — que ilegalmente monitora todos os meus passos — fez com que o ônibus, em que eu viajava, chegasse a Campinas com um minuto de atraso, fazendo-me perder o bilhete do trecho seguinte: a QPF controla minhas pesquisas que são feitas em mecanismos de busca da internet, bem como as minhas movimentações financeiras — em tempo real.

Lídia (mãe problemática de Virgilio) estivera por trás de tudo.

Lídia é mitômana, cínica, manipuladora e maquiavélica. Essa criminosa veste uma fantasia que faz vislumbrar a aparência de uma religiosa imaculada — vinculada a uma seita da cristandade. 
Consegue, assim, iludir as pessoas que a defendem — sem sequer imaginarem que se trata de uma "loba em pele de cordeiro".

A 24/10/2022, eu o amovi daquele hospital, pessoalmente.


Sou um cidadão brasileiro perseguido ilegalmente por uma imensa quadrilha de policiais federais — doravante, apenas "QPF"— a qual está em minha vida, diariamente, desde 17 de abril de 2009 — quando eu regressei do Japão.

A QPF tem acesso irrestrito às minhas contas bancárias (quaisquer bancos), cartões de crédito, contas de e-mail e de mensagens instantâneas (produtos do Google, da Meta e da Microsoft, também), conversas de WhatsApp (repassam conversas aos informantes como gratificação), acesso irrestrito às chamadas telefônicas, centrais de aplicativos de transporte (informam as rotas que faço, em tempo real), et cetera.

Entre 01/01/2022 e 09/06/2024, meu apartamento, situado à Rua Frei Caneca, tinha um sistema de escuta, controlado a partir de outra unidade no mesmo prédio. Do outro lado da rua, havia uma sala, dentro do Hemorio, que tinha contato visual livre sobre minha casa.

Outrossim, a lista inclui alguns órgãos públicos (corregedorias e ouvidorias), Ministério Público (esferas estadual e federal), tribunais (TRT-2, TJ-SP), dentistas (intromissões diretas no diagnóstico, profilaxia e execução), médicos, advogados, restaurantes (adição de psicotrópicos de manipulação), et cetera. 
 
Tudo, sem ordem judicial.

Uma vez que a QPF não remunera seus aliciados, essa gangue policial paga com favores como, por exemplo, burlando o sistema previdenciário para aposentar seus informantes ou parentes dos mesmos — inclusive, passando por cima de decisões judiciais contrárias.

 

DA INTERNAÇÃO POR PERDA DE CONSCIÊNCIA

Aproveitando-se de minha ausência, Lídia saiu da casa dela, localizada em Cabuçu, município de Nova Iguaçu, RJ, a 10/03/2023, sexta-feira, cuja finalidade era a de atormentar o Virgilio, amedrontando-o. 
Virgílio reportou que ela insistira em fazê-lo voltar para a casa dela e me abandonar.

Ela sentiu-se mais segura, depois que a QPF começara a passar informações privilegiadas sobre a vida de Virgilio e de seu círculo de amizade.

Lídia telefonou pedindo para eu ficar em Curitiba. A QPF havia informado a ela sobre a viagem que eu e Virgilio faríamos, juntos. Instigado por alguém, Virgilio desistiu da jornada e ficara sozinho, abrindo uma lacuna para que Lidia desse vazão às suas maquinaçóes sombrias.

Falei com Virgilio ao telefone nos dias 09, 10 e 11 de março de 2023. Ele me contou que sua mãe estava fazendo alcovitagem para que ele se unisse a uma moça que ela havia escolhido.

Lídia quer obrigar as pessoas a seguirem sua religião. Ela não tem limites.

A 13/03/2023, a vítima foi transportada para o HOSPITAL MUNICIPAL RONALDO GAZOLLA, situado à Avenida Pastor Martin Luther King Jr., 10976, Acari, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 21531-010.

Não sei de onde partiu nem o que houve, porque a QPF blindara as informações junto ao SAMU.
Coincidentemente, lá estava VIRGILIO GONÇALVES novamente nas mãos da QPF.

Desta vez, a QPF ia fazer com que eu não pudesse resgatá-lo de sua internação involuntária: intubaram-no por demasiado tempo a ponto de ele necessitar de hemodiálise.

Virgilio era forte e seus rins voltaram a funcionar, normalmente.

DO ENVOLVIMENTO DA MÃE JUNTO À QPF

LÍDIA DOS SANTOS COSTA DA SILVA, progenitora de Virgilio, foi introduzida à QPF pelo informante FÁBIO FERREIRA DA SILVA, quem residiu comigo, em 2016 e, também, com Virgílio, em 2019 — em São Paulo, SP.

Conheci Virgilio na cidade do Rio de Janeiro.

A QPF usava os departamentos de assistência social, da comunicação, etc. — do HOSPITAL MUNICIPAL RONALDO GAZOLLA, — com o objetivo de me causar sofrimentos vários.

Uma pessoa, que dizia pertencer ao quadro da assistência social daquele hospital, disse para eu esquecer Virgilio e "dar no pé" ou buscar alguém que "somasse" comigo.
Este era o desejo de Lídia.
Não deu certo.

Mais tarde, inventaram que Virgilio era soropositivo. Esta era mais uma artimanha para me afastar de meu cônjuge e, quiçá, justificar sua rápida debilidade motora e muscular.
Exames recentes para detectação de doenças sexualmente transmissíveis apresentaram resultados negativos.
Nada dava certo. 

Eu permaneci firme ao lado dele.

A QPF informou a Lídia para onde Virgilio havia sido levado.

No domingo, 12/03/2023, ela invadiu nossa casa com as chaves que estavam em posse da vítima e foram facilitadas pela QPF — inclusive, uma cópia da mesma foi feita no primeiro trimestre de 2022 por ocasião da troca de fechadura.

Um detalhe fez soar um alarme: a camisa que Virgilio vestia, no dia 11/03/2023, encontrava-se lavada em nossa cômoda.
Lídia lavou-a e tornou a colocar em nossa casa. Isto significa que há mais elementos que foram adulterados por ela — em conluio com a QPF.

Quando cheguei de viagem, Lídia estava em nossa casa junto a uma amiga dela — sem pedir minha permissão.
Enquanto eu estava em trânsito, Lidia enviou uma mensagem de áudio, por WhatsApp, mentindo que Virgílio estava dormindo e que ele falaria comigo, depois. Isso deu tempo para que ela revirasse a nossa casa toda.

O sumiço de meu notebook pode ter sido arranjado, por ela e a QPF, a fim de destruir meu relacionamento com Virgilio.

Na madrugada do dia 13/03/2023, Lídia adicionou um psicotrópico de manipulação indeterminado ao meu café. Esse medicamento me deixou confuso.

FÁRMACOS MANIPULATIVOS


A QPF consegue fazer com que qualquer estabelecimento adicione drogas em bebidas ou alimentos.

Nas imediações do hospital, eu frequentava um quiosque que vendia sorbet de açaí. Nesse lugar, eu percebi a adição dessas químicas, devido aos efeitos de principios ativos que alteravam o humor.

Presumo que esperavam alguma reação violenta que suscitasse minha proibitiva de acesso ao hospital. Em outros dias, eu permanecia apático face às diversas provocações sincronizadas — entre a QPF, funcionários daquela entidade hospitalar e Lídia.

Tudo foi planejado.

Lídia sabia onde Virgilio estava e, também, era informada, pela QPF, de minha iminente chegada ao Rio de Janeiro.
Essa amiga foi levada porque temia minha reação a droga que lhe foi indicada e, ao mesmo tempo, ajudava a me distrair no momento em que ela colocava a química na bebida.
Ela levou todos os pertences e documentos de Virgilio, mas Virgilio pedira a ela para devolver — o que ela não fizera.

A 21/03/2023, Lídia usou as assistentes sociais — manipuladas pela QPF — para que a nora dela, como também o filho visitassem o paciente da CTI 420, Virgilio: só permitem dois visitantes por dia. 
Quando cheguei ao quarto, os dois já se encontravam na enfermaria, porém, sem as identificações de visitante.
Neste dia, uma enfermeira me maltratara e dizia que eu tinha de sair. Reclamei, mas não fui ouvido.

Dois sacerdotes do Candomblé — um, de Campinho e o outro, de Engenheiro Pedreira — foram pressionados a não comparecer ao hospital e, posteriormente, ao cemitério. 
Lidia não queria a presença de pessoas dessa religião e pediu para a QPF agir — a qual tem o controle ilegal sobre todos meus meios de comunicação.
Virgílio pediu para eu contatar um desses dois clérigos, mas, ele não contava com a interferência de sua mãe.

A QPF neutraliza todas as minhas ações.

DO HOMICÍDIO MÉDICO INDUZIDO PELA MÃE

VIRGILIO GONÇALVES, nascido a 17/08/1986, na cidade do Rio de Janeiro, foi "desligado" — entre os dias 03 e 04 de junho de 2023 — no HOSPITAL MUNICIPAL RONALDO GAZOLLA.

Não havia qualquer quadro infeccioso ativo, conforme boletim médico do psicopata SCHOSTNEY JERONIMO DE CASTRO (CRM/RJ 983500), feito a 01/06/2023, pessoalmente.

Lídia sabia que os médicos matavam pacientes que reclamassem ou que tivessem visitantes que questionassem muito.

Lídia viu o que fizeram ao senhor B. BBarbosa — quem já estava prestes a deixar o hospital. Entretanto, seu filho gritou para um médico, em virtude das explicações controversas que eram proferidas pelos médicos plantonistas. Esta prática é comum a todos os pacientes.
Como retaliação, iniciou-se, então, um ritual macabro até o óbito dele.

Lídia se deu conta que poderiam fazer a mesma coisa ao Virgilio, quando ela quisesse.

Lídia queria que Virgilio se separasse de mim. Tentara de todas as formas, desde meados de 2021.

Como Virgilio rejeitou suas propostas indecentes, ela começara a fazer escândalos com os médicos e foi ao corredor da CTI para chamar a atenção e granjear antipatias: preferira que ele fosse assassinado a deixá-lo em paz.

SCHOSTNEY JERONIMO DE CASTRO (CRM/RJ 983500), ficou furioso.
A 31/05/2023, Lídia conseguiu uma receita de hormônios, por intermédio de outra médica — ANA CAROLINA PALHOTA MENEZES (CRM/RJ 52.0125527-4) — daquele mesmo hospital, a qual fora revogada pelo médico de rotina em questão.

Essas ações, engendradas pela Lídia, faziam parte de seu plano maligno — e, os médicos caíram na cilada dela.

Contudo, o médico de rotina resolveu se vingar da Lídia, quem dizia a todo o instante que era "uma mãe" e, a 01/06/2023, prescrevera uma quantidade absurda de hormônios para que fossem comprados, já sabendo que Virgilio jamais faria uso, pois o paciente seria executado antes mesmo de iniciar a primeira sessão.

Eu estava levando a creatina, quando cheguei ao hospital, a 04/06/2023. Nada obstante, o corpo de Virgilio já se encontrava no necrotério daquela instituição.

PRENÚNCIO DE MORTE


No começo de março de 2023, Lídia contou ao Virgilio que havia uma "profecia" que revelava a morte dele.

Lídia falava em tom ameaçador.

No decurso do internamento hospitalar de Virgílio, os fatos mostraram que ele morreria, caso resistisse às vontades dela; violando, assim, todas as doutrinas jurídicas e leis concernentes aos direitos individuais — além do planejamento delitivo de conspirar contra uma pessoa fisicamente incapacirada pela própria hospitalização, agravado pelo patrocínio de servidores públicos da QPF.

O direito à vida deve ser inviolável.

Virgilio nunca foi interditado judicialmente. Ele era absolutamente normal.


DAS PRINCIPAIS NEGLIGÊNCIAS PROPOSITAIS
  • Impedimento de alimentação via oral;
  • Inatividade fisioterapêutica (que causou perda de massa muscular em apenas oito semanas);
  • Intubação orotraqueal prolongada;
  • Nutrição enteral incorreta;
  • Resiliência em ministrar medicação para controle da ansiedade;
  • Sedação abusiva;
  • Traqueostomia desnecessária.

DOS REQUINTES DE CRUELDADE

Entende-se por “deglutição” o ato de engolir, ou seja, o transporte de conteúdo (alimentos, líquidos ou saliva) da boca até o estômago. Os órgãos envolvidos na deglutição são: cavidade oral (músculos das bochechas, dentes, língua e palato), faringe, esôfago e estômago, que atuarão de forma sequenciada. 

Virgilio podia deglutir. Eu dava copos inteiros de água mineral, sem que ele broncoaspirasse.
Os fonoaudiólogos atestavam o contrário.

Houve uma ocasião em que esses "profissionais", teatralmente, trouxeram alimento sólido. Virgílio estava lúcido e observava tudo atentamente.

Era mais uma tortura em curso. 

Todavia, depois dos "testes", a refeição foi levada de volta. Expressando um falso pesar, uma fonoaudióloga informora que ele não estava pronto.

Naquele hospital, os fonoaudiólogos exercem uma autoridade intransponível, cuja investidura lhes permite determinar quem pode se alimentar pelo meio convencional.

Desde que o paciente foi trazido à consciência, ele permanecera restrito da liberdade de receber uma dieta branda (alimentos sólidos) e de falar, até a execução fatal — comum aos hospitais.
Virgilio estava visivelmente extenuado, devido às práticas médicas descabidas.

CONEXÕES PERIGOSAS 


A informante, da QPF, LUCIENE MESQUITA DE MOURA invejava Virgilio. Ela vendia quinquilharias de descaminho, no Centro do Rio de Janeiro, RJ, a qual possui as mesmas qualificações da monstruosa Lídia.

Luciene reside no município de São João do Meriti, RJ, numa localidade chamada "VILAR DOS TELES". Muitos funcionários, do HOSPITAL MUNICIPAL RONALDO GAZOLLA, moram lá.

Ocorre que Luciene usou de conhecimentos pessoais para interferir no tratamento do Virgílio, fazendo com que ele perdesse massa muscular e fosse física e mentalmente torturado.

A 21/04/2023, num gesto aviltante, Luciene expõe suas mercadorias numa feira, ao lado do hospital. Ela disse que alguém contara a ela que havia um tal Virgílio "bem magrinho", na CTI.

Não existem segurança e fiscalização sobre as atividades realizadas aos utentes.

DO VILIPÊNDIO A CADÁVER

No início da noite de 04/06/2023, eu fui reconhecer o corpo da vítima para sua liberação junto ao hospital e ao agente funerário.

A impressão que tive era de que Virgilio havia passado por alguma tirania, antes de receber uma injeção letífera: os olhos estavam abertos e a boca expunha os dentes do maxilar superior.

Fragmentos de fita adesiva acrílica transparente, azul, estavam nos cílios de Virgílio, evocando resquícios da embalagem de um boneco — que fora reprovado por um rigoroso controle de qualidade de uma fábrica de brinquedos.

Tudo levava a crer que ele havia passado por severas irritações, visto que sua expressão facial revelava uma mescla de pavor e desespero.

Os técnicos de enfermagem reclamavam das impertinências do acamado. Não sabiam que o médico de rotina, simplesmente, recusou-se a prescrever a medicação para a abstinência à droga.

O corpo de Virgilio fora impiedosamente desovado naquela morgue, como se tratasse de lixo humano.

DO FUNERAL

Velório e sepultamento transcorreram no CEMITÉRIO MUNICIPAL DE MESQUITA, RJ, a 05/06/2023.

A caminho do cemitério, Lídia sentou-se ao meu lado. Ela apalpava minha perna direita e, alternadamente, segurava minha mão direita durante quase todo o trajeto: esse assédio tinha a ver com a curiosidade dela em saber se havia alguma apólice de seguro a ser levantada.

Faxineira de profissão, semianalfabeta, Lídia crê que possua a faculdade de discernir a psicologia humana.

Lídia e seu séquito de religiosos fanáticos se fizeram presentes. Ela e sua cúmplice, VALQUÍRIA DE SOUSA CARVALHO DE MAGALHÃES, realizaram um espetáculo grotesco e ruidoso, sem que eu houvesse sido consultado.
A confreira Valquíria, por orientação de Lídia, pedira para eu deixá-la entrar em meu lugar, no sábado, 03/06/2023: Lídia tinha trânsito livre e não precisava disso.
Nessa mesma data, eu recebi uma mensagem de áudio da Lídia, às 16:16 h, informando que Virgílio estava "bem".

A funerária São Salvador recebera um pedido da QPF para que desse um tratamento "VIP" a Lídia.

A seguradora SINAF, em meio a esta perda irreparável, alfinetou ao perguntar se o Virgilio estava quite com suas obrigações eleitorais — numa alusão à exigência que era feita às entidades patronais escravocratas.

A QPF é onipresente

DO BLOQUEIO DO BOLSA FAMÍLIA PELA QPF

A 14/04/2023, sexta-feira, por volta das 18 h, recebi uma notificação, do aplicativo "Caixa Tem", informando que o meu benefício havia sido bloqueado, vindo a ser desbloqueado a 28/06/2023.

Nos dias 17 e 18 de abril de 2023, eu estive no CRAS ISMÊNIA DE LIMA MARTINS, — situado à Rua da Alfândega, 114, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 20070-004 —, por onde a QPF já havia passado e os funcionários não quiseram entrar no "SIBEC" para efetuar-se o desbloqueio do referido benefício.

A intenção era a de me tirar os meios para o deslocamento até o hospital.
Não funcionou.

DA PREVARICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO

MPRJ 202300647787 | PROTOCOLO: 883835 |  SENHA: jlcg174y 

A 07/07/2023, eu protocolei esta "DENÚNCIA GRAVÍSSIMA" junto ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

A QPF, novamente, intrometera-se no caso de VIRGILIO GONÇALVES: recebera informações confidenciais que foram enviadas ao MPRJ por e-mail e WhatsApp, com as quais coagira as pessoas que foram identificadas na supracitada criminação, assim como comandara os funcionários da Secretaria da 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da Área Penha e Irajá do Núcleo Rio de Janeiro, a fim de que me fizessem cair numa emboscada da QPF — mancomunada com servidores públicos corruptos da 22ª Delegacia da Polícia Cívil da Cidade do Rio de Janeiro.

Em consequência da ocorrência desse vazamento de informações, as personalidades — arroladas no pleito exordial junto ao MPRJ — foram aliciadas pela QPF e continuam sendo usadas de alguma forma. Essas testemunhas passam a assumir alguns comportamentos mais ousados e, cinicamente, omItem a ciência sobre a visitação ilegal, recebida da QPF, apesar de eu ter enviado documentos que comprovam os meios ilícitos dessa quadrilha.
Todos os oficiantes públicos, implicados neste imbróglio, incorreram na prática de condescendência criminosa, crime de consunção e crime de prevaricação.

Cabe ao Ministério Público propor uma ação penal pública incondicionada, cujo exercício não se subordina a qualquer requisito. Não depende, portanto, de prévia manifestação de qualquer pessoa para ser iniciada. É, inclusive, irrelevante o pronunciamento do ofendido.
O Promotor de Justiça deve apresentar a ação penal pública ao Juiz, no fórum da comarca, por meio de uma peça processual chamada "denúncia". Se o Juiz aceitar a denúncia, inicia-se o processo para a coleta das provas.

14/07/2023 | MENSAGEM VIA WHATSAPP

Boa tarde. Essa denúncia já chegou para a nossa Promotoria de Justiça e está nas mãos da Promotora para análise dos fatos e primeiras determinações.

Luís Fernando de Araújo Cid Pinto
Técnico Administrativo - Matrícula 8691
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro
Secretaria da 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da Área Penha e Irajá do Núcleo Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2215-7403 | Email: 3pipterpei@mprj.mp.br

18/07/2023 | MENSAGEM VIA E-MAIL

Prezado,
Boa tarde.
Informo que juntarei esse relato ao MPRJ 2023.00647787, denúncia original do senhor.
Atenciosamente,

Luís Fernando de Araújo Cid Pinto
Técnico Administrativo - Matrícula 8691
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro
Secretaria da 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da Área Penha e Irajá do Núcleo Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2215-7403 | Email: 3pipterpei@mprj.mp.br

28/07/2023 | MENSAGEM VIA WHATSAPP

Prezado, informo que o procedimento já foi encaminhado para a 22a Delegacia de Polícia para instauração de Inquérito Policial e início das investigações. Assim, qualquer novo documento ou relato deve ser entregue diretamente na Delegacia de Polícia para juntada ao Inquérito Policial.

Luís Fernando de Araújo Cid Pinto
Técnico Administrativo - Matrícula 8691
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro
Secretaria da 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da Área Penha e Irajá do Núcleo Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2215-7403 | Email: 3pipterpei@mprj.mp.br

A QPF é o opróbrio que corrompe a tudo e a todos.


No Brasil, médicos e enfermeiros matam mais que a Polícia Militar — em operações legítimas — e a violência urbana, juntas.

Esta delação não se refere aos inúmeros erros médicos.

O homicídio hospitalar, no caso de Virgilio, ocorrera sem quaisquer constrangimentos ou discrição. Ao contrário, fora abertamente aplicado e fazendo questão de que todos entendessem aquilo que estava sendo feito.

Todos os laudos médicos fraudulentos são emitidos por esses criminosos que quase sempre saem impunes.

Esta é a dura realidade.

 

 

 DAS PROVAS MATERIAIS





DAS PROVAS CIRCUNSTANCIAIS


1ª Prova de áudio:

2ª Prova de áudio:

3ª Prova de áudio:

4ª Prova de áudio:

5ª Prova de áudio:

6ª Prova de áudio:

7ª Prova de áudio:



Esta postagem, encontrada no Facebook, corrobora com as afirmações sobre os homicídios hospitalares sobejamente aplicados a pacientes internados — principalmente, aos acamados de CTI/UTI.




SÁBADO | 11/03/2023 | URUGUAIANA

SEGUNDA-FEIRA | 20/03/2023 | HMRG @420

SEGUNDA-FEIRA | 20/03/2023 | HMRG @420

DOMINGO | 28/05/2023 | HMRG @410

SEXTA-FEIRA | 02/06/2023 | HMRG @410

SEGUNDA-FEIRA | 05/06/2023 | VELÓRIO 





OSVALDO JOHNSON TAKAHARA
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