MINHA HISTÓRIA | COMO TUDO COMEÇOU




 


 
1988 | Londrina, Paraná, Brasil
 
Roberto De Oliveira era um jovem ambicioso que residia num bairro pobre de Curitiba. A vontade de ter uma vida melhor o conduziu à maçonaria do Paraná. Quando o conheci, ele já era diretor de uma exportadora em que prestei serviços no setor de comércio exterior.
 
Não há nada de errado em ter ambições. Violar o direito de outrem para a obtenção de benefícios próprios é errado.
 
Existe um mistério em torno da maçonaria. A Ordem DeMolay, para jovens até os 21 anos de idade, é apenas uma introdução ao universo maçônico. 
Os maçons aprendem a se comunicar através de gestos que são iguais em todo o mundo. Esses sinais ajudam na identificação em qualquer lugar, principalmente, quando encontram-se em terras estrangeiras.
 
A fraternidade e a lealdade apregoadas, só funcionam entre eles. As doações e outras caridades são feitas para demonstrar a “bondade” para com os mais necessitados. Conseguem esses benefícios através de outros maçons que são empresários e recebem dedução tributária.
 
Lions Club e Rotary Club foram fundados por indivíduos maçons e estão presentes em todos os lados. Não são clubes da maçonaria, mas o número de associados maçons é expressivo.
 
A primeira ilegalidade visível está em relação à admissão exclusiva de homens. A lei não permite a discriminação em razão de sexo – nos países civilizados, ainda que seja burlada por anos a fio.

Alguns países muçulmanos não credenciam embaixadoras: precisa ser um homem.
 
Eu estive em Londrina para a locação, abertura de empresa e decoração de uma loja de perfumes que o Roberto quis abrir. A loja foi aberta. 
O Boticário era uma marca conhecida e seria muito difícil concorrer com o prestígio que atingira.
 
Uma amiga do Roberto passou a morar no mesmo apartamento em que eu habitava. A loja já estava pronta. A minha missão havia sido cumprida.
 
De volta a Curitiba, não conseguia mais me comunicar com o Roberto De Oliveira. 
Um dia, sua esposa legítima deixou um bilhete na portaria do prédio em que eu residia. 
A mensagem dizia que eu corria risco de morte.

Eu nunca soube como a Ana, esposa do Roberto De Oliveira, descobrira o meu endereço. Eu nunca havia mantido contato com ela, antes. Presumo que ela tenha descoberto sobre o relacionamento extraconjugal de seu marido, em Londrina. O Roberto pensou que eu estivesse por trás.
 
De acordo com a jurisdição da minha residência, registrei uma queixa no 1º Distrito Policial de Curitiba, onde minha mãe trabalhava. 
Juntei a prova. 
Minha mãe não estava no local e nos dias que se seguiram, eu não a encontrei.
Resultado: Roberto e a minha mãe estiveram em contato. Minha mãe sumiu com a prova e fez com que outros policiais me levassem para aquele campo das promessas e mentiras.
 
Surgia, então, a grande oportunidade para a minha mãe poder contar com os favores da maçonaria, contra mim, através do Roberto. Ela havia feito um “favor” que cobraria mais tarde.

Se você ajuizar uma causa contra um maçom e cair num tribunal presidido por um juiz maçom, pode considerar a causa perdida. 
Há uma diversidade enorme de profissionais que faz parte da maçonaria. O tráfico de influências usado pelos maçons é algo pernicioso e criminoso.


1992-1996 | Portugal

O MOTEL DA REPRESA era de propriedade de António Martins Nunes, quem mantinha um escritório na Reboleira, concelho da Amadora. 
O contrato de trabalho de todos os funcionários era celebrado na qualidade de “aprendiz”. Não havia um profissional sequer. 
Verifiquei que ele inscrevia os funcionários junto à Previdência.
 
Ninguém nunca soube da origem de seus recursos financeiros, já que partira para Lisboa e trabalhara como ascensorista num hotel. Era originário do Retaxo, freguesia de Castelo Branco.
 
Descobri que seu tio havia assassinado um cozinheiro angolano. Nunca foi preso. 
Fiz algumas investigações e examinei o arquivo dos funcionários. Vi a ficha do angolano morto. 
O caso era assustador. 
Falei com pessoas que conheciam o Motel, antes da minha chegada. Tudo se confirmava. 
A falecida dona Maria Antunes me flagrou analisando a papelada: ela era casada com o assassino.
 
As refeições dos funcionários eram servidas no refeitório funcional do Motel. Minha mãe e minha irmã Rosana se comunicavam com o falecido gerente, senhor Lourenço, às ocultas. 
Todos os anos em que fiquei naquele lugar, eu fui dopado. Dona Zezinha (esposa do sr. Lourenço) trabalhava para um médico, quem conseguia prescrever os psicotrópicos que eram postos em minha alimentação.
Os princípios ativos, dos fármacos que foram usados no Motel, eram indicados pelo psicopata Mauro Vieira. 
Isto explica o fato de eu ter ficado tanto tempo num lugar que me dizia nada. 
 
A água era recalcada diretamente de uma represa suja. Banhávamos com essa água imprópria e tínhamos de escovar os dentes nessas condições. 
Houve uma hóspede que me chamou para mostrar o estado da banheira: não havia o que dizer ao ver a água suja. Reportei ao gerente, quem ignorou.
 
Conheci um casal brasileiro no Consulado do Brasil. Roberto Gonçalves e Mônica foram me tirar do Motel, depois de eu ter revelado as coisas que aconteciam por lá.
Passei pouco tempo com eles. Fui interceptado e o Roberto Gonçalves mudou. Chegou a me sugerir que eu voltasse ao Motel.

Eu havia telefonado para o telefone fixo do Roberto Gonçalves. Interceptar os números para os quais liguei, a partir do meu celular, foi tarefa fácil. O apartamento dele ficava localizado na freguesia de Águas Livres (Damaia), concelho da Amadora.
  
O MOTEL DA REPRESA foi interditado pelo Estado. O Motel usou os fundos de fomento ao turismo de Portugal para obter alta verba pública, apresentando documentação fraudulenta.

Antes de deixar Portugal, notei a presença de maçons.


2000~2009 | Japão
 
No Japão, eu estive na sede da maçonaria para conversar com um grão-mestre. Era um idoso americano, quem me recebeu bem. Ele fez menção a um fato  versão distorcida  que ocorreu na Paraíba, Brasil. 
Como ele sabia? 
Eu havia agendado um encontro e neste ínterim, ele fez as consultas ao banco de dados da entidade ou recebeu informações privilegiadas de outros maçons. 

O tal grão-mestre ficou extremamente irritado, porque eu disse que não era possível que todas as denúncias contra a maçonaria fossem infundadas: incêndios em casas de desafetos, homicídios e indução ao suicídio, et cetera.

Todas as minhas suspeitas eram reais. A maçonaria estava agindo em minha vida  e, ainda continua, até os dias de hoje.

Os maçons não se preocupam com os vazamentos de suas ações: a maçonaria conta com uma rede inenarrável de membros e anula qualquer ação contra a organização.

Todos os meus passos eram seguidos pela quadrilha de policiais japoneses. As intromissões ilegais dessa quadrilha eram comuns, em todos os meus contatos.
 
Os policiais japoneses, uniformizados, são educados e me ajudavam a fugir dos Keijis (PJ). Funcionários da Japan Railways facilitavam o meu acesso às saídas seguras, nas grandes estações ferroviárias, quando eu não tinha dinheiro para pagar pelo bilhete de trem.
 
A interminável investigação ilegal, contra mim, inclui presentes aos grupos que se interessam: gravações feitas em karaokês, no Japão, foram distribuídas e são apresentadas pela quadrilha durante a explanação que faz perante alguém que queira causar impacto. Tudo, sem o meu consentimento.

Erra quem passa e erra quem aceita áudios e imagens, sem a devida permissão de quem está sendo exposto. 
 
Uma biografia que escrevi, em inglês, para os meus amigos mórmons, chegou a diversos lugares: Brasil e Portugal.

Todo o material de investigação não pode ser publicado. O "Princípio da Vedação das Provas Ilícitas" ou obtidas por meios ilícitos só pode ser violado se for beneficiar o réu/vítima – somente em tribunais.
 

2019 | Microsoft Portugal
 
Eu usava meus cartões de crédito e cheques para pagar algumas despesas pertencentes à firma Belo Comercial Eireli. Emerson Vaiano Delatorre, dono do negócio, ressarcia regiamente essas despesas a cada quinze dias. Tive de cobrar um último cheque através da Corte Sumária.
 
As contas da Belo Comercial, junto ao servidor de correio do Microsoft Exchange, estavam ligadas a um perfil que tenho junto àquela empresa.
A esposa dele me telefonou pedindo para eu desvincular o domínio da Belo Comercial. Ela, também, entrou em contato com a Microsoft e foi atendida pelo suporte, localizado em Portugal. 
O suporte telefonou para mim e pediu para eu efetuar a desvinculação. Enviei um e-mail dizendo que estávamos em divergências por ocasião de meu desligamento, juntamente com uma cópia da petição exordial ajuizada em tribunal trabalhista. 

O Emerson se recusou a realizar o pagamento, de acordo com os cálculos feitos por um especialista que eu contratei. 
Não me pagou até a presente data.
 
O Emerson me demitiu porque sua esposa voltou a trabalhar com ele. Não manipulei a minha demissão.
 
Emerson Vaiano Delatorre foi traficante de drogas, o qual investiu uma parte do dinheiro em vários imóveis a fim de lavá-lo. Ele serve-se de um sistema financeiro paralelo para angariar fundos que geram dividendos sobre um montante aplicado.

Ele já trabalhava com o comércio de máquinas gráficas, usadas. 

Havia um amigo dele chamado Luis Carlos Cesarino, dono da Cesarino Comercial, quem foi preso em sua empresa. A polícia encontrou uma enorme quantidade de cocaína dentro de uma impressora offset de grande porte, a qual seria exportada. 
Quem estava naquele momento em que a polícia chegou? Luis Carlos Cesarino e Emerson. 
Cesarino foi preso e chegou a pagar propina aos policiais para atenuar sua pena. Cumpriu parte da pena.
O Emerson sempre pagou propina a policiais civis, corruptos.

Atualmente, Emerson Vaiano Delatorre adultera máquinas gráficas para lucrar mais – altera marca, modelo, origem e ano dos equipamentos que reforma. As notas de venda são feitas por um escritório clandestino que explora o mercado da produção dessas notas fiscais.
 
Na Belo Comercial, a taxa de transferência de dados era propositadamente reduzida a ponto de causar tremenda irritação. Não preciso dizer que telefone e internet eram monitorados. Essas coisas não eram feitas pelo Emerson. Pode ser que nem tenha tido conhecimento.
 
Emerson nunca registrou seus funcionários. O registro é inegociável. Opera, há mais de vinte anos, às margens da lei.


Tenho a esperança de que alguém me ajude a escapar desse cárcere privado. Há uma quadrilha de policiais federais que me segue o tempo todo. A quadrilha consegue acessos a coisas que nem mesmo um juiz autorizaria: acesso irrestrito às pesquisas na internet, incluindo as redes sociais, WhatsApp e a todos os produtos do Google. A Microsoft revela todas as mensagens de e-mail. Carteiras digitais e bancos fornecem informações. Interferem no tratamento de médicos, dentistas, podólogos, et cetera, os quais, também, colaboram com essa perseguição humana.
 
Ainda que eu fosse um terrível criminoso, ainda assim, não teria esse direito. A massa ordinária (de qualquer país) não questiona e a conspiração segue adiante.
 




OSVALDO JOHNSON TAKAHARA
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